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Wanderley Nogueira:Incoerência em astros sem rivalidade

Wanderley Nogueira escreve em sua coluna no Portal Terra sobre a cordialidade entre os jogadores das equipes paulistas que falta rivalidade entre os jogadores e sobram sorrisos e conversas no antes e depois das partidas.

Que bom que existe cordialidade entre os astros dos clubes paulistas,diferentemente por exemplo da imprensa carioca que leva o futebol de forma saudável protagonizando rivalidades apenas dentro de campo e amplamente apoiada e levada de forma jocosa pelos torcedores.Como eram legais os duelos Rei do Rio protagonizados por Romário versus Renato Gaúcho,Túlio e Edmundo nos anos 90 que sempre foram resolvidos dentro de campo com muitas brincadeiras e bom futebol.Em São Paulo isso é impossível,não dá para se alimentar qualquer rivalidade entre jogadores por que a imprensa leva tudo na base da guerra,qualquer palavra um pouco mais polêmica já se transforma em questões de ultra importancia.Lembro nos anos 90,que a imprensa fomentou a rivalidade que se resumia a dentro de campo entre Palmeiras x São Paulo e Corinthians x Palmeiras,respectivamente no meio e fim da década que terminaram em pancadaria e baixaria entre os jogadores,no caso de São Paulo e Palmeiras terminou até em batalha campal entre torcedores em uma final de Copa São Paulo de juniores.

Nessa semana de clássicos,imagine uma tropa de declarações entre Adriano e Kléber ou Rogério Ceni e Neymar,a imprensa não seria capaz de promover isso de forma saudável,viraria uma troca de farpas e polêmicas desnecessárias que a imprensa paulista divulgaria isso amplamente e de maneira negativa o que traria como consequência queda de qualidade nos jogos,pois as equipes entrariam em campo pensando em não perder em primeiro lugar e obviamente pioraria ainda mais o já conturbado relacionamento entre as torcidas em clássicos que se transformaria em um enorme barril de pólvora pronto para explodir no menor deslize da policia.

Achei bem incoerente a coluna de Wanderley Nogueira pois ele e seus companheiros de Jovem Pan são os jornalistas que mais incentivam as polêmicas desnecessárias e o clima de guerra entre os atletas,pedem para o torcedor não ir ao estádio por conta da violência mas são os maiores criadores de intrigas,como agora tem coragem de reclamar da falta de rivalidade entre jogadores paulistas?Realmente nossos jornaleiros além de maldosos são bizonhamente incoerentes…

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Categorias:Uncategorized
  1. dandan
    23/08/2011 às 11:40 pm

    esse wanderley e o tal de Flávio Prado uns chatos.
    como são aborrecidos estes caras viu!!!!!!!!!!
    ta louco!!!!
    principalmente quando o assunto é corinthians.

    • 23/08/2011 às 11:45 pm

      É realmente é duro atura-los se acham os donos da verdade.
      Rádio tenho ouvido a transamérica e a bandeirantes os caras não são tão intragaveis,Pan sem chances… ouço raramente.

      Abraço

      • Fábio
        24/08/2011 às 10:02 am

        Jovem Pan já foi, há um certo tempo. Eu sempre ouvia os jogos lá, mas de um tempo pra cá, eles começaram a se achar muito, e se acham os donos da verdade.
        Adoro ouvir a transamérica, logo cedo, “esporte de primeira” e o papo de craque 2ª edição, embora, eles caminhem para o mesmo caminho da JP. Pois com Silvio Luis e com Ronaldo ex goleiro, pra mim já estão perdendo um pouco a seriedade. E olha que até o Neto (que é péssimo), faz comentários condizentes com o tema em questão.

  2. Wilson Timão
    24/08/2011 às 11:24 am

    O Ministério Público que adora parecer em questões de menor importância deveria ficar de olho nesses programas esportivos que fomentam a violência, tratando com desrespeito clubes e torcedores, denegrindo entidades e pessoas, fazendo piadinhas de péssimo gosto e incitando o ódio.

    Desembargadores que gostam tanto de futebol a ponto de por em risco a credibilidade do Ministério Público agindo muitas vezes como torcedores ao perseguir sistematicamente clubes e jogadores “adversários” poderiam prestar melhor serviço à sociedade se observassem o incentivo a violência por meio dos “imparciais” jornaleiros, as provocações e barbaridades que todos os dias se repetem nos jornais, blogs e programas esportivos.

    Um exemplo claro e de longa data é o estilo criado pelo ganancioso Milton Neves que se dissipou como uma doença. A forma de sugestionar uma constante revolta e cólera em torcedores e até dirigentes, que por serem passionais sabidamente agem por estímulo e instinto, se tornou prática comum em todos os segmentos da crônica esportiva.

    Jornalismo esportivo também não pode e não deve ser confundido com programa de humor. Alegando “brincadeirinha” as empresas de comunicação, delegam a seus “jornalistas” o direito de caluniar, mentir, fazer chacotas do mais baixo nível conscientemente ofendendo, denegrindo e alimentando o ódio e violência sem nenhum escrúpulo.

    Olho neles nobres desembargadores do Ministério Público.

    • BASILIO77
      25/08/2011 às 12:21 am

      Muito bem observado.
      Uma pena que o “quarto poder” seja tão forte, isso acaba com a democracia.
      Seria lindo ver esses vermes levando uma enquadrada do capa preta.
      Tempos atrás enviei um e-mail, criticando M.Fezes, para a ONG “Ètica na TV” que força os patrocinadores a não apoiarem certo tipo de programa, jornalistico ou não.
      Abraço.

  3. Fábio
    24/08/2011 às 12:03 pm

    Se o MP cai em cima, ainda é capaz da imprensa dizer que o MP esta censurando os programas esportivos, quando na verdade deveria e muito advertir e punir aqueles jornaleiros que incitam a violência.
    Só acho que brincadeiras desde que sadias devem ser feitas sim, afinal, não devemos tratar com tanta seriedade algo que em nossas vidas é apenas um detalhe afinal, trabalhamos, estudamos e acompanhar o clube do coração acaba sendo uma prática de descontração e não de seriedade, afinal os jogadores cada vez ficam com mais granas, os dirigentes cada vez mais, querem mais poder e assim por diante.
    Os torcedores também tem que parar de levar tudo a ferro e fogo, isso também alimenta, os jornaleiros de plantão. Sigo meu time e torço por ele com muito amor, mas não vou deixar de comer, de trabalhar e de estudar se algum jornaleiro, fizer alguma brincadeira.
    A violência é gerada pela imprença jornaleira e pelos torcedores que ficam cegos e determinadas situações.
    Ri muito quando o Vampeta chamou os São Paulinos de Bambi, ou quando o viola imitou um porco, ou quando o thiago colocou o corinthians ganhando a libertadores no Play. Isso não tira o meu respeito pelo clube, e também nunca vai me levar a agredir torcedor de outro clube.
    Isso se enquadra perfeitamente no caso da CNN, quando levaram a sério demais, uma coisa pequena perto da grandiosidade do corinthians.

  4. Wilson Azevedo
    24/08/2011 às 12:55 pm

    Nós aqui temos discernimento para saber até que ponto vai a linha tênue da brincadeira e o incentivo a violência, porém é óbvio que essa não é a regra para a grande maioria
    .
    Agora num exercício rápido da falta de limites da imprensa lembro o Fred Junior da Jovem Pan pedindo no ar para quebrar o Valdívia, porque ele é muito folgado; ou o locutor gaúcho Pedro Ernesto gritando ao microfone que o Internacional rasga e pisa na camisa do São Paulo e humilha o tricolor paulista, e é claro o Milton Neves e Flávio Prado fazendo acusações, caluniando e espezinhando o Corinthians diariamente.

    Será que esse tipo de irresponsabilidade incita a violência e deveria ser investigado pelo Ministério Público?

  5. Carlos Alberto
    24/08/2011 às 7:00 pm

    A coisa só vai mudar quando um desses jornalistas sofrerem uma baita condenação numa ação de danos morais em solidariedade com as empresas para as quais trabalham. Aí nós vamos ver sujeito pensando duas vezes antes de falar.

  6. David 77
    24/08/2011 às 11:24 pm

    A rádio JP é a maior mentira radiofônica da história.
    Pelo menos até um anos atrás (hoje apenas ouço esporadicamente essa porcaria) ela vivia fazendo sermões contra o alcoolismo (com Padres, Médicos e outras autoridades falando dos perigos) e ironicamente tinha como principais anunciantes uma cervejaria e uma destilaria.
    Enquanto o Morumbi era o “estádio da copa”, colocavam várias vezes ao dias vinhetas mostrando que estado e cidade de São Paulo eram os carros chefes da nação e havia uma obrigação moral para que a abertura fosse aqui, bastou o Privadão cair fora e entrar Itaquera para que a direção da rádio mudasse radicalmente colocando a abertura como um fato que nada contribuirá para a capital. Agora há lá até os que defendem o contrário.
    O Sr. Claúdio Carsughi, sempre que perguntado sobre questões político-financeiras, mesmo aqueleas que envolviam o futebol, se saia dizendo ser um cidadão e eleitor Italiano e que essas questões não lhe diziam respeito, mas no dia do início das obras de Itaquera, disse que se sentia roubado pelo fato do Corinthians usar o dinheiro do BNDES e mandou nós os Corinthianos enfiarmos o estádio naquele lugar. Interessante que quando o din-din do BNDES é aplicado na Fiat, Pirelli e outras firmas italianas, esse Sr. não vem ao microfone colocar sua indignação nem dizer onde ele está enfiando essa empresas.
    Hipocrisia é o arroz-feijão diário dessa equipe.

  7. múcio rodolfo
    24/08/2011 às 11:42 pm

    Eu já ouvi muito a Joven Pan. Aqui em Pindamonhangaba é a que se gente consegue sintonizr melhor. Eu me lembro de alguns momentos que considero interessantes. Uma ocorreu em 91 quando houve aquela polêmica envolvendo Botafogo e Fluminense e cuja decisão do TJD prejudicou o Timão. Na época um comentarista da JP (acho que era o Mauro Nobrega) deu razão para o Flu. Um ouvinte ligou para a emissora e disse que o comentarista pensava daquela maneira porque era o Corinthians, pois se fosse o SPFW seria diferente.Um segundo momento inesquecível foi o do goleiro Ronaldo enquadrando o Flávio Prado. E uma terceira foi com o locutor Nilson Cesar garantindo que somente no time do Morumbi o Carlos Alberto (esse que está no Bahia) tomaria jeito

  8. BASILIO77
    25/08/2011 às 12:23 am

    “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma.”
    (Joseph Pulitzer)

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